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Saúde do Homem

Aumento benigno da próstata pode atingir 25% dos homens entre 40 a 49 anos, alerta Centro de Referência de São Paulo

O urologista Flávio Antunes afirma que o diagnóstico precoce da doença aumenta as chances de cura
image Crédito: Divulgação - Aumento benigno da próstata pode atingir 25% dos homens entre 40 a 49 anos, alerta centro de referência de São Paulo
Fonte: Portal Norte de Notícias - Há 3 semanas

Uma pesquisa divulgada pelo Centro de Referência da Saúde do Homem de São Paulo alerta que o aumento benigno da próstata pode atingir cerca de 25% dos homens na faixa etária de 40 a 49 anos.  

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A pesquisa informa ainda que na faixa entre 70 e 80 anos essa taxa chega a 80%.

Com o aumento da incidência, o urologista Flávio Antunes alerta para os cuidados preventivos do homem.  

De acordo com o especialista, o crescimento da próstata pode comprimir a uretra, diminuindo o seu calibre e dificultando ou impedindo a passagem da urina. 

Ele afirma ainda que o diagnóstico precoce da doença aumenta as chances de cura.

"A hiperplasia está relacionada com a idade e fatores genéticos, além da síndrome metabólica, como a diabetes, colesterol e triglicérides altos, sedentarismo e obesidade. Os sintomas estão relacionados com o ato de urinar", explica. 

Segundo Antunes, o homem deve começar a fazer os exames preventivos a partir dos 40 anos.

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Veja os exames indicados pelo médico:

- Exames de sangue, uréia e creatinina, que permitem avaliar a função renal; 

- PSA (antígeno prostático específico), para facilitar a avaliação de possíveis tumores de próstata;  

- Urina tipo I para avaliar a presença de sangue ou infecção urinária e exames de imagem, como a ultrassonografia, são solicitados para diagnosticar a hiperplasia prostática benigna;   

- Outro exame bastante utilizado é a fluxometria e em alguns casos o Estudo urodinâmico. 

Entre as consequências mais graves da doença, segundo Antunes, está a alteração da bexiga, levando a uma falência da função do órgão.

Medicamento 

O médico conclui que o uso da medicação não cura a doença. 

O medicamento apenas ameniza os sintomas, mas não cura. A cirurgia, nesse caso, pode ser a mais indicada.

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