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Investigação

Operação confisca pousada em Pres. Figueiredo, no AM, usada para lavar dinheiro de empresário do Paraná

Ministérios públicos do Amazonas e do Paraná investigam empresa suspeita de sonegar tributos
image Crédito: Divulgação/ MP-PR- Dólares e euros também foram apreendidos pelo Gaeco
Fonte: Portal Norte de Notícias - Há 1 dia

Uma pousada, em Presidente Figueiredo, a 117 Km de Manaus, foi confiscada na terça-feira, 5, durante a "Operação Taregas" realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR) e do Amazonas (MP-AM).

A ação teve o objetivo de combater a prática de sonegação de impostos e outros crimes.

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Investigação

Segundo as investigações do Ministério Público, um empresário, que não teve o nome e a idade revelados, utilizava empresas de fachada para sonegar tributos.

O MP-PR disse que os crimes contavam com o apoio de um outro empresário, usado como laranja.

Parte do dinheiro foi usada para comprar e reformar uma pousada em Presidente Figueiredo. O empreendimento segue confiscado pela Justiça.

As investigações apontam que pelo menos 57 empresas participam do esquema de sonegação em vários Estados.

Conforme o Gaeco, as organizações são do setor de reciclagem de metal e sonegam, principalmente, o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Mandados

Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas casas dos investigados, em Curitiba.

Um dos empresários foi preso por porte de arma e munição sem registro.

Os agentes do Gaeco também apreenderam mais de R$ 300 mil em espécie, além de US$ 2.369 e € 500.

Em uma das casas, o dinheiro foi encontrado escondido no suporte de luz de um banheiro.

O empresário suspeito de comandar o esquema já tinha sido preso em setembro de 2020 e março de 2021, sendo liberado por decisão da Justiça.

O MP-PR disse que ele continuou cometendo os crimes.

Sigilo

Ao Portal Norte, o Ministério Público do Paraná informou que "outras informações (nome da pousada, próximos passos da investigação) não serão repassadas porque o processo, por ora, é sigiloso". 

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